domingo, 31 de janeiro de 2010

"Garotos de aluguel" (exclusividade Cabaré But it's Better if You Do).

Brendon Urie, um dos garotos de aluguel do antro da luxúria,
Cabaré But it's Better if You Do, o único lugar onde você realiza até as suas mais loucas fantasias.

Presenças ilustres em nosso cabaré...

Katy Perry, frequentadora assídua do Cabaré,
modelito super a la cabaret
Seduzio todos nessa noite ;)
















sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Homem com o maior pênis do mundo.

     O norte-americano Jonah Falcon, 39, tem nada mais, nada menos do que 34, sim eu disse 34, centímetros de puro... PÊNIS!
     O rapaz disse que procura emprego na área de cinema mas não para atuar em filmes pornôs como você, malicioso leitor deve ter imaginado; mas sim para fazer filmes estando totalmente vestido. “Transar em um filme cheio de gente não é a minha ideia de diversão”, explicou. E além disso  abençoado sabe escrever roteiros de filmes e quer participar da indústria de cinema usando também o seu material... escrito crianças, escrito.
     Jonah mora na cidade de Nova York, caríssima, caríssima; onde está “mais perto da indústria do entretenimento”, por onde anda nas ruas sem ninguém perceber que dentro da calça existe um gigante. “Só percebem quando eu saio por aí vestindo shorts de ciclista.”
    Atóron perigón.

Creditos

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cabaret for children

Uma versão infantil da música tema do nosso cabaré, especialmente para as crianças (ou nao), que adoram o But It's Better If You Do.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Roupa/foto cabarística da semana.


Conto - No fim do túnel...

      Ultimamente aquela história de que no fim do túnel sempre há uma luz, não tem sido muito real em minha vida. A cada dia que passa me sinto mais perdido, como se estivesse em um labirinto triste, onde a cada passo eu me sentia mais fraco e desencorajado a continuar.
Ontem, quando estava eu no Cabaré, pedi para que Mrs. Tessy viesse a me acompanhar, ao saírmos do quarto depois de horas de euforia, começamos a conversar. Percebi o quanto tinha sido triste a minha vida, para que de bem sucedido advogado, eu viesse parar ali, em um cabaré, gastando o que me restara do meu dinheiro, e contando as mágoas da vida a uma réles prostituta, ao invés de discutir propostas do ramo da minha profissão, ou, antiga profissão, inútil profissão. Ora mas do que estou eu falando? Reles prostituta? Coloque-se em seu lugar Mr. Jonhson! Não passa de um advogado e de um homem fracassado, que de nada serve a não ser para atuar como pessoa inferior até mesmo á prostituta que até então rebaixou. A verdade, crua e nua, marcada e ruim, como Mrs. Tessy; é que o rebaixado aqui sou eu! Mas se ainda isso viesse ao caso, se alguém pudesse me ouvir e fazer algo por mim, isso sim seria a maldita luz do túnel de que tantos falam. Mas a tal luz não passa de uma farsa, assim como o amor... uma farsa ridúcula, mas que vem conquistando corações cada dia mais. Pobres enganados.
       Ao menos ainda tenho vida, maldita vida.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Roupa/foto cabarística da semana.


Conto - But It's Better If You Do.

  A noite estava fria e solitária, como no túmulo de minha alma. Caminhava entre as ruas mais deprimentes da minha vida, pisando sob o lixo, que em sua decadência se igualava a mim. Era como eu me sentia, como algo que outrora fora útil, mas que, breves momentos depois jazia afundado em pranto, ódio e desespero.

  Foi assim que minha amada o fez, foi assim que ela acabou por me destruir.

  A falta de entendimento e as dúvidas, eram o que mais afligiam o meu surrado e esvaído coração. Era como se o chão abrisse sob os meus pés, como se eu tentasse evitar minha queda me prendendo a minha amada, a qual, segundo o meu desespero, me estenderia suas lindas mãos de fada. Ledo engano meu amigo, ledo engano.

  A bebida era a minha única compania, sabia que ela me de destruía a cada segundo mais, porém calculei que nada mais podia piorar, e que minha dor não iria aumentar. E se por um acaso, a bebida viesse a me fazer compreender a doçura ou qualquer outro gosto que a morte possa ter, eu não hesitaria em me deixar levar pelas sombras.

  Apesar do cansaço, da falta de qualquer expectativa que fosse, pensei por um segundo não estar só. Porém logo descartei tal possibilidade, pois minha amada não seria, e outra pessoa não despertaria em mim o mínimo de interesse a não ser a figura que vi naquela noite.

  Parecia irreal, iluminada pela luz da lua, e ao mesmo tempo, pouco oculta pela escuridão. Mesmo tão ébrio, não hesitei em reparar seus olhos de sedutora, seu corpo perfeito, suas mãos tênues seus cabelos delicadamente presos em um penteado perfeito, a não ser pelos lindos cachos que escapavam, mas que não alteravam em nada a sua beleza esplêndida.

  Fui tomado por aquela linda mulher, como se fosse seduzido. Temi que fosse uma ilusão, aliás uma doce ilusão, porém um efeito da embriaguez... Como se assemelhava a minha amada!

  Fiquei imóvel a admirá-la, quando se aproximou. Vinha a leves passadas, como se caminhasse em nuvens, ou campo de flores. Pegou em minha mão tão suja e cansada de limpar as lágrimas, e referindo-se a mim como patrão, colocava-se a nível inferior.

  Guiou-me até uma enorme porta negra, de onde abriu-se um orifício, uma vez tocada a campainha. Um homem forte e negro, de olhos brilhantes como estrelas, lábios grossos e expressão ameaçadora; olhou pela pequena janela e abriu a porta em seguida.

  Me encontrei em um lugar pouco iluminado, tomado por diferents tipos de luzes e pessoas. Fumaça e bebida reinavam por ali. Era onde eu nunca havia tido a ousadia de colocar os pés até então, aquilo era o caminho da perdição. Céus! Quantas moças tão belas e sorridentes... Sempre tão atraentes. Aquilo ia contra todos os meus princípios, mas na situação em que eu estava, os bons modos e as regras fúteis da sociedade eram o que menos importavam. Sentei-me a pedido da linda mulher que me guiara até aquele recinto, que ao que tudo indica era onde ela vivia; aquilo era seu mundo.

  Ali era exatamente onde eu precisava estar: não estava sozinho, mas ao mesmo tempo ninguém se colocava a me aborrecer. A linda mulher me observava e coloquei-me a chorar em quente abraço. Soluçava como um bebê, e ela acariciava-me a nuca e os ombros, como se eu fosse um filho, termo esse que é o menos cabível para descrever o situação de afeto no recinto em que eu me encontrava, mas não me vem outra palavra em mente meu querido leitor.

  Várias horas se passaram, adormeci. Acordei em um quarto de paredes velhas, mortas e pálidas como eu, um vedadeio lixo, em minha triste ressaca.

  Levantei-me e fui em direção a porta, desci as grandes escadas de tapete coberto de pó. Não havia nada lá embaixo. Saí e encontrei ela, a linda mulher da noite anterior. Alivie-me, aquilo não fora sonho, e eu, em minha estúpida perdição, não tinha ido parar em um local desconhecido nem tampouco feito coisa errada.

  Eu estive sim em um cabaré, o que até então era uma idéia absurda para mim, mas o que são as hesitações, as regras impostas a nós diante da dor causada por um amor?

  But It' Better If You Do, sim eu estive lá, sim deixei minhas dores por lá. E quantas dores mais serão deixadas no recinto da bela mulher da noite passada? Muitas dores, viver consiste em sofrer, uma pena!

By: Cara vulgar

Apresentação

Sejam bem vindos ao mais novo Cabaré! O But Is Better If You Do é o que há de mais avançado e atual em entretenimento da área mais prazerosa da vida: o sexo! Sejam muito bem vindos e bem acolhidos em nosso estabelecimento, e sintam-se em casa. Deliciem-se, aproveitem, o prazer é todo de vocês.