
Na mesa flores murchas de crepon
E a luz grená filtrada entre conversas.
Inventa um novo amor, loucas promessas;
De tomara-que-cais surge a crooner do norte,
Nem aplausos, nem vaias: um silêncio de morte.
Ah, quem sabe de si nesses bares escuros?
Quem sabe dos outros, das grades, dos muros?
No drama sufocado em cada rosto;
A lama de não ser o que se quis,
A chama quase morta de um sol posto
A dama de um passado mais feliz
Um cuba-libre treme na mão fria,
Ao triste strip-tease da agonia
De cada um que deixa o cabaré
Lá fora a luz do dia fere os olhos
Ah, quem sabe de si nesses bares escuros
Quem sabe dos outros?
E a luz grená filtrada entre conversas.
Inventa um novo amor, loucas promessas;
De tomara-que-cais surge a crooner do norte,
Nem aplausos, nem vaias: um silêncio de morte.
Ah, quem sabe de si nesses bares escuros?
Quem sabe dos outros, das grades, dos muros?
No drama sufocado em cada rosto;
A lama de não ser o que se quis,
A chama quase morta de um sol posto
A dama de um passado mais feliz
Um cuba-libre treme na mão fria,
Ao triste strip-tease da agonia
De cada um que deixa o cabaré
Lá fora a luz do dia fere os olhos
Ah, quem sabe de si nesses bares escuros
Quem sabe dos outros?
Nenhum comentário:
Postar um comentário